26 de abril de 2011

EB1 das Parretas

Feirinha Cultural










 
A EB1 das Parretas, em colaboração com a Associação de Pais, promoveu, no dia 8 de Abril, a “Feirinha Cultural”.
 Esta actividade contou com a participação activa dos alunos da UAEM que, no âmbito do desenvolvimento do projecto de parceria com as turmas da escola, confeccionaram compotas variadas, tapeçarias, decoração de ovos de Páscoa etc., juntamente com os seus pares do ensino regular.
 Durante o dia, para além dos produtos expostos para venda, pudemos ainda assistir a danças e cantares de diferentes países e regiões, de acordo com a origem de alguns alunos da escola.
 A actividade culminou com um lanche partilhado (com gastronomia de diferentes países), contando com a presença de toda a comunidade, proporcionando aos alunos pais e professores um alegre convívio em fim de tarde.

Prof. Delmira Chaves (Educação Especial)

2 de abril de 2011

2 de Abril - Dia da Consciencialização do Autismo


"Não conseguir comunicar não é o mesmo que não ter nada para dizer..."


Um olhar reflectido?

   
Se folhearmos o DSM-IV (2002) à procura da definição de autismo, podemos ler que o Transtorno Autista consiste na presença de um desenvolvimento comprometido ou acentuadamente anormal da interacção social e da comunicação e um repertório muito restrito de actividades e interesses.
Para além da definição, conseguimos saber que as manifestações do transtorno variam bastante, dependendo do nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo.

Logotipo Autismo

Segundo a ASA (1978) Autism Society of America = Associação Americana de Autismo, O autismo é um transtorno definido por alterações presentes antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações qualitativas na comunicação, na interacção social e no uso da imaginação.
O autismo é um transtorno no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Abarca cerca de 20 em cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. É encontrado em todo o mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social. Não se conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas crianças que possa causar a doença.
Segundo a ASA, os sintomas são causados por disfunções físicas do cérebro, verificados pela anamnese ou presentes no exame ou entrevista com o indivíduo e incluem:
1. Distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e linguísticas. 2. Reacções anormais às sensações. As funções ou áreas mais afectadas são: visão, audição, tacto, dor, equilíbrio, olfacto, gustação e maneira de manter o corpo. 3. Fala e linguagem, ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar, presentes ou não. Ritmo imaturo da fala e restrita compreensão de ideias, bem como o uso de palavras sem associação com o significado. 4. Relacionamento anormal com os objectos, eventos e pessoas. Respostas não apropriadas a adultos e crianças.
Fonte: Gauderer, E. Christian. Autismo e outros atrasos do desenvolvimento: guia prático para pais e profissionais. Rio de Janeiro: Revinter; 1997. pg 3.


24 de março de 2011

Semana da Leitura


 
 "Visita à nossa Biblioteca... é hora do conto!"


A Biblioteca Escolar e o Departamento de Línguas da Escola EB2,3 de Real estão a levar a cabo a Semana da Leitura, entre os dias 21 e 25 de Março. Nesta semana serão convidados vários alunos do Agrupamento a vir ouvir, ver e visionar algumas histórias e dramatizações. Trata-se de um evento muito importante, que pretende despertar e incutir o gosto pela leitura aos vários jovens das mais variadas faixas etárias.


Nós também fomos lá dar uma espreitadela. Assistimos a duas histórias e depois as professoras Julieta Silva e Paula Paulino fizeram a sua exploração, testando a nossa atenção, compreensão e promovendo a nossa oralidade.

Bruno Ribeiro, 8ºB

18 de março de 2011

Deficiência Mental

 A Criança com Deficiência Mental... que respostas?


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Na realidade, o nascimento de uma Criança Diferente é sempre constrangedor para a Família, mas temos que reflectir que o mais importante é a vida de um ser humano, que tem direitos como todas as crianças ditas normais. Cabe à SOCIEDADE proporcionar o melhor bem-estar à criança e segurança à Família. É muito importante que desde tenra idade, a criança comece a ser estimulada para desenvolvimento sensorial. As Famílias devem apoiar-se junto de Instituições, Associações, Segurança Social e outros organismos que os possam ajudar neste sentido.
É participando, mostrando e trabalhando que todos juntos conseguimos ultrapassar as dificuldades e "DESMONTAR" a rejeição e outros preconceitos.
Mexo aqui... remexo ali...
Atravessamos uma época em que a diferenciação do ensino e o atendimento às necessidades individuais de cada aluno são cada vez mais eixos fundamentais de uma acção educativa eficaz. Torna-se urgente dar alguma atenção a este problema, para que a todas as crianças que necessitem dessa diferenciação lhes sejam proporcionadas condições para um desenvolvimento e crescimento globais, que lhes permita progredir nas suas capacidades e formas de adquirir conhecimentos, determinantes para o seu futuro.  

Na deficiência mental as respostas educativas a aplicar devem ter em consideração as incapacidades que estas crianças apresentam, requerendo uma abordagem multidisciplinar em função das suas necessidades específicas de saúde e educação. 
 Actualmente o Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de Janeiro, emanado do Ministério da Educação, contempla o atendimento à diversidade de características e necessidade de todos os alunos, que implicam a inclusão das crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais no quadro de uma política da qualidade orientada para o sucesso educativo de todos os alunos.
Neste sentido, considero o Artº27 de relevância, para apoiar uma Família com uma Criança diferente.
Até as concepções actuais das práticas da intervenção precoce centradas na família dependem de factores, quer a nível prático, quer a nível de contributos teóricos.
A nível prático, refere-se a importância do papel dos pais como terapeutas, o grau de participação das famílias e as alterações de padrões familiares.
A nível teórico, surgiram os modelos: transaccional e de abordagem sistémica, que vieram influenciar de forma decisiva a área de intervenção precoce. O primeiro valoriza o efeito recíproco entre a criança e o meio envolvente, o segundo considera a família como um sistema dentro de outros sistemas mais alargados, que interagem permanentemente e influenciam toda a dinâmica familiar.
Prof. Filomena Lindo
(Educação Especial)

16 de março de 2011

Deficiência Mental

 Deficiência Mental versus Família

 
Bebé com deficiência mental



Quando surge uma criança com deficiência mental numa família nunca é uma situação fácil. É uma situação muito complicada e que tem originado grandes problemas aos pais, que, por vezes se sentem muito penalizados e muito frustrados, sem saber o que fazer em relação a essa criança.
A família vive quase sempre um sofrimento enorme pois imaginou, para si, um filho perfeito com que sempre sonhou. Depois, a família corre ainda o risco de ser rejeitada e marginalizada pela comunidade em que vive.
Muitas vezes, o nascimento de um filho com deficiência mental numa família gera sérios embaraços aos país da crianças, que muitas vezes nem sequer sabem como cuidá-la, como alimentá-la e como acarinhá-la. 
Sobre este tema, julgo que há ainda muita coisa a mudar e que as pessoas deveriam ter uma preparação diferente e não ter preconceitos. 

  Pedro Filipe Pereira, 9ºC